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Rune Midgard

História

Após a sangrenta batalha com Jorgmungand, os sete heróis liderados por Tristão Gaebolg I, fundaram o Reino de Rune Midgard, liderado por Tristão I. Para que o reino nunca tivesse um líder fraco, todas as sete famílias dos sete heróis teriam direito ao trono, cabendo uma disputa para selecionar quem seria o líder mais forte na sucessão, sendo incomum a sucessão por hereditariedade. Assim, conseguiu-se manter o controle com facilidade pelos séculos vindouros.

A derrota para Morroc durante o massacre de Epitus forçou Rune Midgard a reforçar ainda mais suas fileiras, devido ao medo de serem os próximos. Foi aí que surgiu a primeira grande fuga. Apenas os mais corajosos (ou loucos) ficaram por lá, tornando o reino um lugar de heróis, de guerreiros competentes, capazes de valer por cinco homens em média.

E assim surgiu a tradição pela guerra. Cada habitante de Rune Midgard era treinado em alguma arte combativa, de espadas à magia. Era raro um habitante de Rune Midgard que não fosse capaz de torcer o pescoço de um Peco Peco sem muitos problemas. Rune Midgard passou de um reino com um exército para um exército com um reino. E um exército precisa de uma fortaleza, uma base. Surgiu assim a grandiosa Glast Heim.

Glast Heim era um dos maiores orgulhos arquitetônicos já feito. Um castelo do tamanho de uma cidade, capaz de abrigar milhares de pessoas, de soldados rasos até o próprio regente. Com um exército imenso, não foi difícil que começasse a se expandir.

As estratégias eram precisas, os ataques, fulminantes. Glast Heim abriu caminho por um Império de Payon enfraquecido, atingindo rapidamente uma saída ao mar. Foi criada uma cidade-satélite como um pequeno quartel-general para manter as tropas sempre próximas a seu inimigo. A cidade foi batizada de Prontera e o porto novo foi chamado de Alberta. Esse porto tornou-se ponto de exploração para saciar a curiosidade dos soldados de Glast Heim, por ventura trazendo novidades. E tudo isso fez com que o Império de Payon, ante a grandeza de seu inimigo, se rendesse e sua capital se tornasse uma das cidades.

Não se sabe com precisão quanto tempo se passou e nem o motivo, porém, Rune Midgard, com capital em Glast Heim, entrou em guerra contra aqueles que os ajudaram a se desenvolver quando os homens ainda viviam em cavernas: Os elfos de Geffenia, o império subterrâneo. Cada geração que passava, o ódio entre as duas raças ficava cada vez maior. Magias cada vez mais destrutivas, forças cada vez mais poderosas se lançavam em combates que agrediam Midgard mais e mais. E como nas guerras por ódio, os escrúpulos foram perdendo-se. Pactos com entidades de pura maldade e destruição foram sendo firmados em ambos os lados. E isso provocou a ruína de ambos, pois eram entidades de destruição e, como tais, destruíam tudo. A família real, acompanhada de muitos súditos, fugiu para a cidade de Prontera, um mero protetorado de Glast Heim, deixando para trás toda a glória de um povo que perdeu seus limites.

Poucos séculos depois, magos e estudiosos resolveram aproximar-se do que restou do antigo império inimigo, sedentos pelo conhecimento sobre magia que os elfos possuíam. Construíram a cidade de Geffen, nome dado em honra à antiga Geffenia, e começaram os estudos. Enquanto isso, Prontera crescia em um ritmo tão acelerado que foi necessário criar a cidade-satélite de Izlude. Recentemente a influência de Rune Midgard cresceu tanto que Al De Baran, cidade da República de Schwartzwald, juntou-se ao reino devido à sua grande participação e interesse nos assuntos do reino.

Fontes:
http://sites.levelupgames.com.br/FORUM/RAGNAROK/forums/t/239181.aspx
Creditos:
Autor: Diego Toniolo "Akahai Shora" do Prado

Ragnarok - A Mitologia Nórdica

Ragnarok - A Mitologia

A mitologia nórdica, mitologia viking ou mitologia escandinava se refere a uma religião pré-cristã, crenças e lendas dos povos escandinavos, incluindo aqueles que se estebeleceram na Islândia, onde a maioria das fontes escritas para a mitologia nórdica foram construídas. Esta é a versão mais bem conhecida da mitologia comum germânica antiga, que inclui também relações próximas com a mitologia anglo-saxônica. Por sua vez, a mitologia germânica evoluiu a partir da antiga mitologia indo-européia.

A mitologia nórdica é uma coleção de crenças e histórias compartilhadas por tribos do norte da Germânia (atual Alemanha), sendo que sua estrutura não designa uma religião no sentido comum da palavra, pois não havia nenhuma reivindicação de escrituras que fossem inspirados por algum ser divino. A mitologia foi transmitida oralmente principalmente durante a Era viking, e o atual conhecimento sobre ela é baseado especialmente nos Eddas e outros textos medievais escritos pouco depois da Cristianização.

No folclore escandinavo estas crenças permaneceram por mais tempo, e em áreas rurais algumas tradições são mantidas até hoje, recentemente revividas ou reinventadas e conhecidas como Ásatrú ou Odinismo. A mitologia remanesce também como uma inspiração na literatura assim como no teatro e no cinema.

A família é o centro da comunidade, podendo ser estreitamente relacionada com a fertilidade-fecundidade quanto com a agressividade de um povo hostil e habituado as guerras, em uma sociedade totalmente rural que visa a prosperidade e a paz para si. Deste modo, a religião é muito mais baseada no culto do que no dogmatismo ou na metafísica, uma religiosidade baseada em atos, gestos e ritos significativos, muitas vezes girando em torno do sacrifício humano a certos deuses, como Odin e Tîwaz (identificado por alguns estudiosos como predecessor de Odin).

Pode-se dizer que a religião Viking não existia sem um ritual e abordava exclusivamente o culto aos ancestrais. É uma religião que ignorava o suicídio, o desespero, a revolta e mais do que tudo, a dúvida e o absurdo. Uma religião da vida: de vida, simplesmente (Boyer, 2004a: 341)

A maior parte desta mitologia foi passada adiante oralmente, sendo que grande parte dela foi perdida. Entretanto, parte de sua história foi registrada por estudiosos cristãos, particularmente no Eddas e no Heimskringla, desenvolvido por Snorri Sturluson, que rejeitava a idéia de que as divindades da era pré-cristã eram formadas somente por diabos. Há também o Gesta Danorum, desenvolvido pelo dinarmaquês Saxo Grammaticus onde, entretanto, os deuses nórdicos estão descaracterizados fortemente.

A Prose or Younger Edda foi escrita no início do Século XIII. À primeira vista, ele parece um manual para aspirantes a poetas, que lista e descreve os contos tradicionais que deram forma à base de expressões poéticas padronizadas, tais como os kennings. O autor da Prose or Younger Edda é reconhecido como sendo Snorri Sturluson, o renomado chefe, poeta e diplomata da Islândia.

O Elder Edda (também conhecido como o Edda Poético) foi escrito aproximadamente 50 anos mais tarde. Contém 29 poemas longos, sendo que 11 tratam sobre as divindades germânicas e o resto se referem aos heróis legendários como Sigurd, da Saga de Volsunga (o Siegfried da versão alemã do poema Nibelungenlied). Embora os estudiosos acreditem que esta coleção de poemas tenha sido desenvolvida mais tarde do que o Youger Edda, é creditado o nome de Elder Edda para esta obra por causa da antiguidade atribuída aos textos.

Além destas fontes, há diversas lendas que sobrevivem no folclore escandinavo, e há centenas de nomes de lugares na Escandinávia cuja origem se encontra nos deuses da mitologia nórdica. Algumas inscrições rúnidas, tais como Rök Runestone e o amuleto de Kvinneby, fazem referências a mitologia. Há também diversas imagens entalhadas na pedra que descrevem cenas da mitologia nórdica, tais como a viagem de pesca de Thor, cenas da saga de Völsunga, Odin e Sleipnir, Odin sendo devorado por Fenrir, e Hyrrokkin viajando ao funeral de Balder. Há também imagens menores, tais como os figuras que descrevem os deuses Odin (com só um olho), Thor (com seu martelo) e Freyr.

Na mitologia nórdica, se acreditava que a terra era formada por um enorme disco liso. Asgard, onde os deuses viviam, se situava no centro do disco e poderia ser alcançado somente atravessando um enorme arco-íris (a ponte de Bifrost). Os gigantes viviam em um domicílio equivalente chamado Jotunheim (Casa dos Gigantes). Uma enorme ábade no subsolo escuro e frio formava o Niflheim, que era governada pela deusa Hel. Este era a moradia eventual da maioria dos mortos. Situado em algum lugar no sul ficava o reino impetuoso de Musphelhein, repouso dos gigantes do fogo. Outros reinos adicionais da mitologia nórdica incluem o Alfheim, repouso dos elfos luminosos (Ljósálfar), Svartalfheim, repouso dos elfos escuros, e Nidavellir, as minas dos anões. Entre Asgard e Niflheim estava Midgard, o mundo dos homens (veja também a Terra Média).

Os Mundos da Mitologia Nórdica

Não há uma clara definição sobre quais seriam os mundos da mitologia nórdica, pois muitos se sobrepoem e vários nomes são utilizados, designando, normalmente, o mesmo lugar. Diferentemente de outras culturas mitológicas, na nórdica não há uma clara definição sobre os lugares que, as vezes, são separados por mares ou oceanos, não constituíndo mundos separados na acepção da palavra. Deste modo, podemos verificar a existência de nove mundos, conhecidos como os Nove Mundos da Mitologia Nórdica, que podem ser considerados os principais:

  • Ásgarðr (Asgard)
  • Miðgarðr (Midgard)
  • Jötunheimr (Jotunheim)
  • Vanaheimr (Vanaheim)
  • Álflheimr (Alfheim)
  • Muspellheimr (Musphelhein)
  • Svartalfaheimr (Svartalfheim)
  • Nidavellir
  • Niflheim (Niflheim)

    No entanto, há outros a serem considerados, como Hel, que vários autores consideram um palácio localizado em Niflheim.

    Seres supernaturais

    Há três "clãs" de divindidades: os Æsir, os Vanir e os Iotnar (referenciados como os gigantes neste artigo). A distinção entre o Æsir e o Vanir é relativa, pois na mitologia os dois finalmente fizeram a paz após uma guerra prolongada, ganha pelos Æsir. Entre os embates houve diversas trocas de reféns, casamentos entre os clãs e períodos onde os dois clãs reinavam conjuntamente. Alguns deuses pertencem à ambos os clãs. Alguns estudiosos especulam que esta divisão simboliza a maneira como os deuses das tribos invasoras indo-européias suplantaram as divindades naturais antigas dos povos aborígenes, embora seja importante notar que esta afirmação é apenas uma conjectura. Outras autoridades (compare Mircea Eliade e J.P. Mallory) consideram a divisão entre Æsir/Vanir simplesmente a expressão dos nórdicos acerca da divisão comum Indo-Européia acerca das divindades, paralela aos deuses Olimpicos e os Titãs da mitologia grega, e algumas partes do Mahabharata.

    O Æsir e o Vanir são geralmente inimigos dos Iotnar (Iotunn ou Jotuns no singular; Eotenas ou Entas, em inglês arcaico). São comparáveis ao Titãs e aos Gigantes da mitologia grega e traduzidos geralmente como "gigantes", embora trolls e demônios sejam sugeridos como alternativas apropriadas. Entretanto, os Æsir são descendentes dos Iotnar e tanto os Æsir como os Vanir realizaram diversos casamentos entre eles. Alguns dos gigantes são mencionados pelo nome no Eddas, e parecem ser representações de forças naturais. Há dois tipos gerais de gigante: gigantes da neve e gigantes do fogo. Havia também elfos e anões e, apesar de seu papel na mitologia ser bastante obscuro, normalmente são apresentados tomando o partido dos deuses.

    Além destes, há muitos outros seres supernaturais: Fenris (ou Fenrir) o lobo gigantesco, e Jormungard, a serpente do mar (ou minhoca) que circula o mundo inteiro. Estes dois monstros são descritos como primogênitos de Loki, o deus da mentira, e de um gigante. Hugin e Munin (pensamento e memória), são criaturas mais benevolentes, representadas por dois corvos que mantêm Odin, o deus principal, informado do que está acontecendo na terra; Ratatosk, o esquilo que atua como mensageiro entre os deuses e Yggdrasil, a árvore da vida, figura central na concepção deste mundo.

  • Odin era o maior dos deuses vikings, governante de Asgard e senhor de todas as magias. Possuía a lança Gungnir, que nunca errava o alvo e em cujo cabo havia runas que ditavam a preservação da lei. Possuía também um cavalo de oito patas chamado Sleipnir.

    Assim como muitas outras religiões politeistas, este mitologia não apresenta o característico dualismo entre o bem e o mal da tradição do oriente médio. Assim, Loki não é primeiramente um adversário dos deuses, embora se comporte frequentemente nas histórias como o adversário primoroso contra o protagonista Thor, e os gigantes não são fundamentavelmente malignos, apesar de normalmente rudes e incivilizados. O dualismo que existe não é o mal contra o bem, mas a ordem contra o caos. Os deuses representam a ordem e a estrutura visto que os gigantes e os monstros representam o caos e a desordem.

    Thor - Deus do Trovão

    Thor é o deus do trovão da mitologia nórdica fazendo justamente seu raios com o seu martelo Mjolnir. Thor é filho de Odin, o deus supremo de Asgard, e de Jord (Fjorgyn) a deusa de Midgard (a Terra).

    Völuspá: a origem e o final do mundo

    A origem e o final eventual do mundo são descritas em Völuspá ("A profecia dos Völva" ou "A profecia de Sybil"), um dos poemas mais impressionantes no Edda poético. Estes versos assombrados contêm uma das mais vívidas criações em toda a história religiosa e representa a destruição do mundo, cuja originalidade está na sua atenção aos detalhes.

    No Völuspá, Odin, deus principal do panteão dos nórdicos, conjura do espírito de um Völva morto (Shaman ou Sybil) e requer que este espírito revele o passado e o futuro. O espírito se mostra relutante: "O que você pede de mim? Porque você me tenta?"; mas como ela se encontra morta, não mostra nenhum medo de Odin, e continuamente o pergunta, de forma grosseira: "Bem, você quer saber mais?" Mas Odin insiste: se deve cumprir sua função como o rei dos deuses, deve possuir todo o conhecimento. Uma vez que o sybil revela os segredos de passado e de futuro, cai para trás em forma de limbo: "Eu dissiparei agora".

    O Passado

    No início havia somente o mundo das névoas, Niflheim e o mundo de fogo, Musphelhein, e entre eles havia o Ginungagap, "um grande vazio" no qual nada vivia. Em Ginnungagap, o fogo e a névoa se encontraram formando um enorme bloco de gelo. Como o fogo de Muspelheim era muito forte e eterno, o gelo foi derretendo até surgir a forma de um gigante primordial, Ymir, que dormiu durante muitas eras, o seu suor deu origem aos primeiros gigantes.E do gelo também surgiu uma vaca gigante, Audumbla, cujo o leite jorrava de suas tetas primordiais em forma de 4 grandes rios que alimentavam Ymir. A vaca lambeu o gelo e criou o primeiro deus, Buro, que foi pai de Borr, que por sua vez foi pai do primeiro Æsir, Odin, e seus irmãos, Vili e Ve. Então, os filhos de Borr, Odin, Vili e Ve, destroçaram o corpo de Imir e, a partir deste, criaram o mundo. De seus ossos e dentes surgiram as rochas e as montanhas e de seu cérebro surgiram as nuvens.

    Os deuses regularam a passagem dos dias e noites, assim como das estações. Os primeiros seres humanos eram Ask (carvalho) e Embla (olmo), que foram esculpidos em madeira e trazidos à vida pelos deuses Odin, Honir/Vili e Lodur/Ve. Sol era a deusa do sol, filha de Mundilfari e esposa de Glen. Todo dia, ela montava através do céu em sua carruagem puxada por dois cavalos nomeados Alsvid e Arvak. Esta passagem é conhecida como Alfrodul, que significa "glória dos elfos", que se tornou um kenning comum para o sol. Sol era perseguida durante o dia por Skoll, um lobo que queria devorá-la. Os eclipses solares significavam que Skoll quase a capturava. Na mitologia, era fato que Skoll eventualmente conseguia capturar Sol e a devorava; entretanto, a mesma era substituída por sua filha. O irmão de Sol, a lua, Mani, era perseguido por Hati, um outro lobo. Na mitologia nórdica, a terra era protegida do calor do sol por Svalin, que permanecia entre a terra e a estrela. Nas crenças nórdicas, o sol não fornecia luz, que emanava da juba de Alsvid e Arvak.

    A Sybil descreve a enorme árvore que sustenta os nove mundos, Yggdrasil e as três Nornas (símbolos femininos da fé inexorável, conhecidas como Urðr (Urdar), Verðandi (Verdante) e Skuld, que indicam o passado, a atualidade e futuro), as quais tecem as linhas do destino. Descreve também a guerra inicial entre o Æsir e o Vanir e o assassinato de Balder. Então, o espírito gira sua atenção ao futuro.

    O Futuro

    A visão antiga dos nórdicos sobre o futuro é notavelmente sombria e pálida. No final, as forças do caos serão superiores em número e força aos guardiões divinos e humanos do bem e da ordem. Loki e suas crianças monstruosas explodirão suas uniões; os mortos deixarão Niflheim para atacar a vida. Heimdall, guardião das divindades, convoncará os deuses com o soar de sua trombeta de chifre. Se seguirá uma batalha final entre o bem e o mal (Ragnarök), que os deuses perderão, como é seu destino. Os deuses, cientes de sua sina, recolherão os guerreiros mais finos, o Einherjar, para lutar em seu lado quando este dia vier. No entanto, no final, seus poderes serão pequenos para impedir que o mundo caia no caos onde ele se emergiu, e os deuses e seu mundo serão destruídos. Odin será engolido por Fenrir, o lobo. Mesmo assim, ainda haverá alguns sobreviventes, humanos e divinos, que povoarão um mundo novo, para começar um novo ciclo. Ou assim Sybil nos diz; os estudiosos ainda se dividem na interpretação das últimas estrofes e deixam em dúvida se esta não foi uma adição atrasada ao mito por causa da influência cristã. Se a referência for anterior a cristianização, o mito do final dos tempos do Völuspá pode refletir uma tradição Indo-Européia que se deriva dos mitos do Zoroastrismo persa. O Zoroastrismo inspirou também os mitos de final de mundo do judaísmo e do cristianismo.

    A mitologia nórdica não trata somente dos deuses e das criaturas supernaturais, mas também sobre heróis e reis. Muitos deles, provavelmente, existiram realmente e as gerações de estudiosos escandinavos tentam extrair a história do mito a partir das sagas. Às vezes, o mesmo herói ressurge em diversas formas dependendo de que parte do mundo germânico os épicos sobreviveram. Como exemplos temos o Völund/Weyland e Siegfried/Sigurd, e provavelmente em Beowulf/Bödvar Bjarki. Outros heróis notáveis são Hagbard, Starkad, Ragnar Lodbrok, O Anel de Sigurd, Ivar Vidfamne e Harald Hildetand. Notáveis também são as shieldmaidens, que eram as mulheres "comuns" que tinham escolhido o caminho do guerreiro.

    Os Centros da Fé

    As tribos germânicas raramente ou quase nunca tiveram templos em um sentido moderno. O Blót, a forma de adoração praticada pelos germânicos antigos e os povos escandinavos se assemelham aos dos celtas e dos bálticos, ocorrendo normalmente em bosques considerados sagrados. Poderiam também ocorrer em casas e/ou em altares simples de pedras empilhadas conhecidas como horgr. Entretanto, parece ter havido alguns centros mais importantes, tais como Skiringsal, Lejre e Uppsala. Adam de Bremem reivindica que houve um templo em Uppsala com três estátuas de madeira de Thor, de Odin e de Freyr.

    Padres

    Apesar de um certo tipo do sacerdócio parece ter existido, nunca houve um caráter profissional e semi-hereditário como o arquétipo do druida céltico. Isto ocorre porque a tradição xamanisma foi mantida pelas mulheres, as Völvas. É geralmente aceito que os reinados germânicos evoluíram a partir dos escritórios dos padres. O papel de sacerdócio do rei condizia com o papel comum do godi, que figurava como o chefe de um grupo de famílias e que administrava os sacrifícios.

    O único testemunho ocular do sacrifício humano germânico sobreviveu no conto de Ibn Fadlan sobre um enterro do navio de Rus, onde uma escrava menina se ofereceu para acompanhar seu senhor ao mundo seguinte. Testemunhos mais indiretos são dados por Tacitus, Saxo Grammaticus e Adam von Bremem. O Heimskringla descreve que o rei sueco Aun sacrificou nove de seus filhos em um esforço para prolongar sua vida até que seu trabalho o impediram de matar seu último filho, Egil. De acordo com Adam de Bremem, os reis suecos sacrificavam escravos do sexo masculino a cada nono ano durante os sacrifícios de Yule no Templo em Upsalla. Os suecos tinham o direito de eleger e depôr os próprios reis, e tanto o rei Domalde e o rei Olof Trätälja são conhecidos por terem sido sacrificados após anos de inanição. Odin foi associado com a morte por enforcamento, e uma prática possível do sacrifício de Odin por estrangulamento tem alguma sustentação arqueológica na existência de corpos preservados perfeitamente pelo ácido das turfas em Jutland. Um exemplo é Homem de Tollund. Entretanto, não há nenhum testemunho escrito que interprete explicitamente a causa destes estrangulamentos, que poderiam, obviamente, ter outras explicações.

    Um problema complexo ao interpretar esta mitologia são que, frequentemente, os testemunhos mais próximos que existem das épocas mais remotas foram escritos por cristãos. Como um exemplo de caso, o Younger Edda e o Heimskringla foram escritos por Snorri Sturluson no Século XIII, após quase duas centenas de anos depois que a Islândia se tornou cristã, em torno do ano 1000, em um momento histórico sob um intenso clima político anti-pagão na Escandinávia.

    Virtualmente, toda a literatura sobre as sagas vikings se originou na Islândia, uma ilha relativamente pequena e remota. Mesmo contando com o clima de tolerância religiosa que permanecia naquela época nesta região, Sturluson foi guiado por um ponto de vista essencialmente cristão. O Heimskringla, cujas cópias são tão difundidas na Noruega atual quanto a bíblia, fornece algumas introspecções interessantes nesta direção. Snorri Sturluson introduz Odin como um lorde guerreiro mortal da Ásia que adquire poderes mágicos, se estabelece na Suécia, e se torna um semi-deus após sua morte. Ao remover a divindade de Odin, Sturluson fornece então a história de um pacto do rei sueco Aun com o Odin para prolongar sua vida, sacrificando seus filhos. Mais tarde, no Heimskringla, Sturluson apresenta em detalhes como o Santo Olaf Haroldsson converteu brutalmente os escandinavos ao cristianismo.

    Na Islândia, tentando evitar a guerra civil, o parlamento votou a favor da cristianização, mas tolerou a prática de cultos pagãos na privacidade dos lares. A atmosfera mais tolerante permitiu o desenvolvimento da literatura acerca das sagas, que foi uma janela vital para auxiliar a compreender a era pagã.

    Por outro lado, a Suécia teve uma série de guerras civis durante o século XI, que terminou com a queima do templo em Uppsala.

    A conversão não aconteceu rapidamente, independente se a nova fé fosse mais ou menos imposta pela força. O clérigo trabalhou fortemente no sentindo de ensinar à população que os deuses nórticos eram apenas demônios, mas seu sucesso era limitado e os deuses nunca se tornaram realmente malignos na mente popular. Dois achados arqueológicos extremamente isolados podem ilustrar quanto tempo a cristianização levou para atingir toda a região. Os estudos arqueológicos das sepulturas na ilha sueca de Lovön mostraram que a cristianização levou entre 150 a 200 anos.

    Do mesmo modo, na cidade comercial de Bergen, duas inscrições rúnicas do século XIII foram encontradas, onde a primeira diz pode Thor o receber, pode Odin possui-lo. A segunda inscrição é um galdra que diz eu entalhei runas de cura, eu entalhei runas de salvação, uma vez contra os elfos, duas vezes contra os trolls, tres vezes contra os thurs. A segunda menciona também a perigosa valquiria Skögul.

    Apesar de haver poucos testemunhos do século XIV até o século XVIII, o clérigo, tal como Olaus Magnus (1555) escreveu sobre as dificuldades de extinguir a opinião antiga sobre os deuses antigos. o Þrymskviða parece ter sido uma canção raramente resistente ao tempo, como o romântico Hagbard e o Signy, e as versões de ambas foram gravadas no século XVII e século XIX. No século XIX e no início do século XX, os folcloristas suecos documentaram o que o povo comum acreditava, e o que eles deduziram era que muitas tradições dos deuses da mitologia nórdica haviam sobrevevido. Entretanto, as tradições estavam muito longe do sistema coeso desenvolvido por Snorri. A maioria dos deuses tinham sido esquecidos e somente o caçador Odin e a figura de matador de gigantes de Thor aparecia em numerosas legendas. Freya era mencionado algumas vezes e Balder sobrevivia somente nas lendas sobre nomes de lugares.

    Outros elementos da mitologia nórdica sobreviveram sem ser percebido como tal, em especial a respeito dos seres supernaturais no folclore escandinavo. Além disso, a opinião dos nórdicos sobre o destino foi muito firme até épocas modernas. Desde que o inferno cristão se assemelhou ao domicílio dos mortos na mitológia nórdica, um dos nomes foi aproveitado da fé antiga, Helvite, isto é, punição de Hel. Alguns elementos das tradições de Yule foram preservados, como a tradição sueca de matar um porco durante o Natal, que era originalmente parte do sacrifício a Frey.

    Influências Modernas

    Dia Alemão Inglês OrigemSegunda-feira MontagMonday dia da Lua Terça-feira Dienstag Tuesdaydia de Tyr Quarta-feira Mittwoch Wednesday Meio da Semana (alemão), dia de Odin (Woden ou Wotan) Quinta-feira Donnerstag Thursday dia do trovão, (alemão) dia de Thor (inglês)Sexta-feira Freitag Fridaydia de Frigga (Freya) Domingo Sonntag Sunday dia do Sol

    Os deuses germânicos deixaram traços no vocabulário moderno. Um exemplo desta influência é alguns dos nomes dos dias da semana. A influência se deu após os nomes dos dias da semana serem desenvolvidos e espalhados pela língua dominante antiga, o latim, que definia os dias como Sol, Lua, Marte, Mercúrio, Júpiter, Vênus e Saturno. Os nomes de terça-feira a sexta-feira foram substituídos completamente pelos equivalentes germânicos dos deuses romanos. Em inglês, Saturno não foi substituído, enquanto sábado foi renomeado após a definição do sabbath em alemão, e é chamado "dia da lavagem" na Escandinávia.

    Richard Wagner também foi influenciado pela mitologia nórdica nos seus temas literários, compondo as quatro óperas que compreendem Der Ring des Nibelungen (O Anel do Nibelungo).

    No Universo Marvel, o panteão nórdico e os elementos relacionados a este formam uma parte proeminente das histórias. Thor, em especial, foi um dos super-heróis mais longévelos das companhia. Os heróis do panteão nórdico também são apresentados como os personsagens do anime japonês Matantei Loki Ragnarok.

    Odin, Thor, Loki e diversos outros seres e lugares da mitologia nórdica têm papéis recorrentes nas histórias em quadrinho de Sandman de Neil Gaiman, mais notávelmente nas histórias Estações das Névoas(no Brasil, Estação das Brumas) e Os Mais Amáveis.

    Mais recentemente, surgiram tentativas na Europa e nos Estados Unidos de reviver a velha religião pagã sob o nome de Ásatrú ou o Heathenry. Na Islândia, o Ásatrú foi reconhecida pelo estado como uma religião oficial em 1973, que legalizou suas ceremônias da união, nomenclatura dada as crianças e outros tipos de cerimoniais. É também reconhecida com uma religião oficial e legal na Dinamarca e na Noruega, apesar de recente.

    A série de jogos do computador Creatures também utiliza diversos nomes da mitologia nórdica. O mais proeminente são os três tipos de criaturas com as quais você pode lutar, Nornas, Grendels e Ettins.

    Influência na Ficção Científica

    Os contos de grandes guerreiros e de magos mortais formaram a base para a ascensão do gênero fantasia no século XX.

    Robert E. Howard utilizou extensivamente a mitologia nórdica em seus muitos trabalhos, sendo que sua criação mais conhecida é Conan, o bárbaro, um mercenário fictício e herói de diversas histórias curtas em banda desenhada e de um romance. Outros autores seguiram a mesma linha, sendo que o mais conhecido é J. R. R. Tolkien, que construiu uma nova mitologia baseada no panteão nórdico nos seus livros O Senhor dos Anéis e o Silmarillion. Após os trabalhos de Howard e Tolkien terem sido publicados, diversos outros autores foram encorajados a seguir a mesma trilha. Entre os mais famosos, se encontram Robert Jordan, Terry Brooks, Raymond Feist, David Eddings e Tad Williams.

    Esta profusão de autores ajudou a fantasia se tornar um gênero literário separado. Por outro lado, o nascimento da fantasia também ajudou a aprofundar as histórias dos jogos de computador e dos Role Playing Games - RPG. Alguns RPGs, como Dungeons and Dragons ou Dragonlance são baseados no trabalho dos autores (Howard e Tolkien) e em muitas mitologias, incluindo a nórdica.



    Prontera e Izlude

    Prontera e Izlude

    História

    Criada originalmente como um quartel general das Forças de Glast Heim, a cidade de Prontera experimentou seu maior crescimento durante o período pós-guerra contra Geffenia. Em pouco tempo já possuía uma estrutura equivalente a um grande centro urbano. Atualmente, está sob o controle do rei Tristan III.

    Foi sob a tutela deste sábio rei que Prontera teve sua segunda explosão de crescimento. Com manobras econômicas como a liberação da avenida central como um mercado livre. Além disso, decretou que os espadachins que se tornariam cavaleiros deveriam ser treinados na cidade. Com isso, conseguiu atrair milhares de pessoas, fazendo com que a cidade ficasse tão populosa que necessitou de uma cidade satélite. Essa cidade foi batizada de Izlude.

    Como maneira de atrair habitantes para o novo lugar, Tristan III transferiu a guilda dos Espadachins para lá, reduzindo a densidade populacional e tornando Prontera novamente um lugar agradável para se viver.

    Um grande problema que vem assolado a cidade é a morte de todos os príncipes filhos de Tristan III. Com a ajuda da Catedral e de aventureiros, uma antiga lenda retornou: A Maldição de Jormungand. Depois de vencida por Tristão Gaebolg I e os heróis, a serpente amaldiçoou o líder nos seguintes termos: O primeiro de cada descendente morrerá e terá a aparência de escamas pelo corpo, como forma de punição. E, nessa geração, todos os príncipes morreram, aparentemente vítimas da mesma maldição. Até o presente momento, tudo indica que foi assassinato.

    Agora, sem herdeiros, o reino enfrenta uma crise: Sem sucessor, qual das famílias irá assumir? Será que haverá uma guerra civil? Há quem defenda a hereditariedade. Além do mais, o fato do Rei Tristan III estar constatemente viajando para Arunafeltz, com quem o Reino acabou de firmar relações não está ajudando em nada nessa crise.

    Geografia

    Prontera apresenta-se em uma região de terreno irregular, com várias escarpas, porém predominando planícies e florestas. Possui uma malha fluvial empobrecida, compensada com uma saída para o oceano e uma para o Mar de Geffen, um dos pontos de fronteira com a cidade da magia. Uma parte do Monte Mjolnir se situa dentro das fronteiras de Prontera, onde faz fronteira ao norte com Al De Baran.

    Apresenta clima tropical, com clima de temperaturas elevadas devido à vizinhança imediata com o Deserto de Sograth, pertencente à cidade de Morroc. Esse clima é mantido assim devido à proximidade com duas grandes massas de água e com o deserto ao sul, justificando, assim, seu clima ameno.

    Apresenta vegetação latifoliada (lati = largo; árvores de folhas largas), com árvores altas e de folhas largas. Como o inverno não é rigoroso, não há perda das folhas durante essa estação. Apresenta algumas regiões de floresta, mais direcionadas à Abadia de Santa Capitolina.

    Como capital, a cidade é a sede da monarquia de todo o reino. É aqui a morada do rei Tristan III e sua corte. Ele vem governando Rune Midgard já há muitos anos e seu reinado tem sido um dos mais pacíficos já registrados na história do reino, fazendo com que seja querido e amado pela população. Entretanto, como descendente de Tristão Gaebolg I, sua família herda a maldição de Jormungand: O primogênito sempre morrerá. Para piorar, todos os três filhos do rei morreram vítimas dessa maldição e Tristan III está sem herdeiros. Se algo acontecer com ele...

    Guildas e Organizações

    Catedral de Prontera

    Situada próximo ao Castelo de Prontera, a Catedral é a sede de toda a religião de Rune Midgard. É aqui que são treinados os todos a maioria dos servos dos deuses: Noviços, Sacerdotes e Templários. Possuem uma postura rígida com o ensino de religião aos Noviços e Sacerdotes, reservando o treino no uso de escudos e espadas, além de técnicas de montaria aos Templários. Casamentos são realizados nesse local pelo próprio Rei Tristan III.

    Os Sumo-Sacerdotes são os homens mais santos. Capazes de curar as doenças mais incapacitantes, os ferimentos mais graves e até de pequenos milagres. São necessárias muitas horas de oração e uma fé forte para atingir esse nível de pureza.

    Os Paladinos são a força divina em terra. Guerreiros de armaduras impenetráveis e escudos inquebráveis são exemplo de fé e resistência. Sua perícia com escudo é tão elevada que conseguem, num único arremesso, atingir um mesmo inimigo diversas vezes, aproveitando-se disso para vencer uma batalha.

    Guilda dos Espadachins

    Localizada anteriormente na capital, a guilda dos Espadachins foi movida para Izlude numa manobra para desafogar a população de Prontera, já em número elevadíssimo. Lá são ensinadas as artes de combate baseadas na espada, sendo o passo inicial para se integrar a Cavalaria de Prontera como Cavaleiros ou a Catedral de Prontera, como Templários.

    Cavalaria de Prontera

    Localizada no outro lado do castelo, a Cavalaria treina os guerreiros que juram lealdade ao reino, os Cavaleiros. Aqui são ensinados o uso de espadas de duas mãos aprimorado, o uso de lanças e técnicas de montaria em Peco Peco, as aves do Deserto de Sograth.

    Seus membros de Elite, os Lordes, são a força definitiva de ocupação. Com uma resistência balanceada com capacidade ofensiva, são tidos como guerreiros capazes de, mesmo em condições extremamente adversas, recuperar sua força num frenesi de batalha e vencer.

    Abadia de Santa Capitolina

    É aqui, neste lugar construído fora da cidade, onde são treinados os Monges. Aqui, os Noviços aprendem a usar seus punhos e seus espíritos como suas armas para se tornarem guerreiros divinos. Possuem a mortal técnica do Punho Supremo de Asura, capaz de derrubar os oponentes mais poderosos ao custo de uma imensa quantidade de energia. Por ser relativamente distante da capital, é um local calmo onde a meditação, tão valorizada por esses guerreiros, pode ser praticada.

    Os Mestres são aqueles que se tornaram um com o mundo. São capazes de manipular sua própria energia à vontade, capazes de engatar combinações mais mortíferas que os monges. Seu Punho Supremo de Asura atingiu um nível de poder tamanho que é capaz de derrubar o mais resistente Paladino. E sua meditação é tão profunda que mesmo com uma guerra estourando ao seu lado, conseguem concentrar-se para manter sua unidade com o mundo.

    Locais de Interesse

    Castelo de Prontera

    A grande sede da Capital. Essa impressionante construção adota a forma de uma cruz. Devido à proximidade da Catedral e da Cavalaria com o Castelo, é comum encontrar membros de ambas circulando por ali, além dos membros da corte e ocasionalmente o próprio Tristan III. Possui uma masmorra subterrânea com poucas celas reservadas aos grandes traidores da nação.

    Avenida Central

    O centro comercial de Prontera. Mercadores de todas as partes do Reino (e muitos fora dele) convergem aqui para tentar vender sua mercadoria. Em todos os dias é possível encontrar uma gigantesca variedade de objetos, de simples enfeites até armas mágicas de grande poder. O maior problema é o fato de ser lotada. Andar na avenida central de Prontera é tão difícil que isso faz com que ladrões prefiram aqui para bater a algibeira de pessoas desavisadas.

    Os Esgotos

    Uma das últimas recordações da glória tecnológica de Glast Heim foi sua capacidade em construir uma rede de esgotos de elevada eficiência. Em Prontera não foi diferente. Os dejetos de toda a capital são encaminhados a esses locais e tratados, sendo que a água purificada é jogada de volta ao oceano ou ao Mar de Geffen.

    Porém toda essa imundície atraiu uma verdadeira infestação de Besouros-Ladrões e Tarous, seres adaptados a viver na sujeira. O maior perigo presente nos esgotos é o Besouro-Ladrão Dourado. Sua carapaça tem se mostrado difícil de vencer, então a Cavalaria de Prontera recruta constantemente novos aventureiros para tentar ajudar a controlar essa praga.

    Byalan

    Também chamada de Ilha da Caveira pela sua forma, Byalan é uma ilha acessível a partir de Izlude e um lugar curioso e fascinante. Possui uma pequena rede de cavernas subterrâneas que terminam em uma grande galeria de águas mágicas. Essas águas permitem que um ser humano respire e mova-se livremente mesmo em grandes profundidades. Toda essa beleza, no entanto, serve como esconderijo para monstros marinhos.

    O que intriga muitos pesquisadores de Prontera é a presença de uma construção atribuída a uma civilização há muito perdida. Entre essas ruínas, vivem os Stroufs e os Tritões, seres adaptados à vida marinha e extremamente territorialistas, não tolerando qualquer tipo de intruso e atacando imediatamente.

    Labirinto da Floresta

    Formado por caminhos completamente imprevisíveis, esse Labirinto está ao norte de Prontera, passando por entre as montanhas do Monte Mjolnir. Conta uma antiga lenda que um demônio de nome Bafomé e seus filhos ameaçavam Prontera constantemente e matando sem a menor piedade. Foi então que um grupo de heróis criou por magia esse labirinto de onde é praticamente impossível sair.

    É povoado por quase todos os tipos de monstros, além de Bafomé e seus filhos. Pé-Grandes, Selvagens, Argiopes entre outros habitam aqui, tornando esse labirinto um local completamente inóspito. Há quem diga que foi uma medida para que a magia nunca fosse quebrada, mas ninguém sabe ao certo.

    Jawaii

    A ilha paradisíaca favorita dos noivos de Rune Midgard! Aqui, neste lugar, o novo casal pode desfrutar agradáveis momentos juntos, ter maravilhosas vistas do oceano, degustar saborosas bebidas e namorar sobre a Ilha do Amor, a famosa ilha em forma de coração e de areia rósea.

    Porém, Jawaii não é apenas para os casados! O bar dos solteiros é para aqueles que ainda sonham em amarrar (ou ser amarrado por) alguém e poder desfrutar de todo o glamour da ilha. Para ter acesso a ela, basta partir de Izlude em rumo a uma das mais cobiçadas viagens de todo o Reino!

    Feudo das Valkírias

    A Guerra do Emperium é um das heranças da origem belicosa de Rune Midgard. Desde o início, são jogos extremamente populares, atraindo grupos de todas as partes do reino para tentarem competir pelo prêmio: A posse de um castelo e de seus incríveis tesouros. Esse torneio é sediado nas cidades de Geffen, Payon, Al de Baran e, como se espera, Prontera.

    As regras são simples: Um grupo protege o castelo enquanto outros tentam invadi-lo e quebrar seu Emperium. Caso consiga, uma magia teleporta todos que não dividem o mesmo emperium daquele que quebrou e o grupo passa a defender o castelo. Uma outra poderosa magia impede que as pessoas sejam mortas. Na iminência da morte, a pessoa é removida de imediato do local, sendo enviado a algum lugar seguro. Após um tempo determinado, o possessor do castelo é sagrado vencedor e fica com o castelo que obtém até os próximos jogos.

    Como parte dos jogos, o donos do castelo podem usar seus fundos para comprar robôs guerreiros da República de Schwartzwald: os Guardiões. Existente em três tipos, esse tipo de guerreiro nunca se cansa, nunca dorme e não sente dor, sendo, como seu próprio nome, os guardiões ideais em qualquer ocasião.

    Há também o interesse em treinar guerreiros cada vez mais fortes para agraciar os deuses com grandes Einherjar, os guerreiros dignos do Valhalla mortos em combate, cada vez mais fortes e, além de atrair a sua graça, também prepará-los para o cataclismo que será o Ragnarök.

    Situado na entrada Norte de Prontera, é uma das arenas mais populares de toda Midgard. Essa grande arena é constituída de uma grande área quadrangular, com cinco castelos, um em cada canto do feudo e um central.

    Aeroporto de Izlude

    Devido ao estreitamento de laços com a República de Schwartzwald e Arunafeltz, foi construído um Aeroporto em Izlude. Esse foi um presente do Presidente ao Rei como demonstração de boa vontade e interesse nas relações entre os dois. A cidade de Izlude foi escolhida devido ao seu relativo afastamento da agitação de Prontera, permitindo que sua construção afetasse pouco a vida dos habitantes.

    Arena de Izlude

    A origem guerreira do Reino faz com que algumas pessoas prefiram fazer jogos contra monstros, não contra humanos. Assim surgiu a Arena de Izlude, um grande palco com arquibancadas onde as pessoas podem assistir os gladiadores enfrentarem as mais variadas bestas em combates sucessivos, indo até seu limite. O local é encantado com a mesma magia da Guerra do Emperium, sendo que, quando alguém está para morrer dentro da arena, é teletransportado para um lugar seguro. Os gladiadores acumulam pontos que podem trocar por prêmios diversos, fazendo com que algumas pessoas venham aqui apenas para praticar e outras atrás de fama e glória.



    Fontes:
    Creditos:

    Autor: Diego Toniolo "Akahai Shora" do Prado

    Payon, a Cidade da Floresta

    Payon

    História

    A origem do Império de Payon se perde no tempo. O antigo Império da Floresta surgiu em um local estratégico: Alto e com um único acesso, além de extensas muralhas, protegendo a cidade dos monstros e de outros inimigos. Devido à escassez de metais, aprenderam a usar o próprio corpo e a madeira como armas, criando assim a arte marcial Tae Kwon Do e o uso de arco e flecha. Porém, isso se mostrou inútil ante o avanço inexorável de Morroc na direção da cidade.

    Assim começou a ruína do Império. Como o segundo alvo de Morroc, Payon sofreu baixas numerosas, além da destruição promovida. Isso apenas parou quando a luta entre Thanatos e Morroc aconteceu, estendendo o deserto ainda mais, fazendo com que parte da glória vivida se transformasse em areia. Aliado a isso, a maciça fuga de pessoas para o oceano impediu a total recuperação da cidade. Glast Heim agarrou essa chance com toda a força.

    Após uma série de batalhas, Payon perdeu sua única saída portuária e rendeu-se. Diferente da saída portuária, a cultura de Payon foi preservada por Glast Heim, permitindo aos habitantes manterem seu estilo de vida no pré-guerra. Isso melhorou a relação entre dominador e dominados, criando um laço de amizade forte que atualmente se faz com Prontera.

    Geografia

    Payon possui um terreno completamente irregular, com diversos desníveis e planaltos, facilitando em muito o uso de técnicas de combate à distância. A própria cidade situa-se além de um pequeno desfiladeiro com um rio central, tento apenas uma ponte como comunicação efetiva com o mundo exterior. É situada numa península, cercada pelo oceano em quase toda sua volta, limitada apenas pelo Deserto de Sograth a Oeste e pela cidade de Alberta a sudeste.

    Devido á sua vizinhança com o deserto, possui um clima quente, porém a densa vegetação torna o calor do local mais ameno, apesar de bastante úmido. Chuvas são uma constante em Payon, sendo que seu índice pluviométrico é o mais elevado de toda a Midgard atualmente conhecida, permitindo que árvores imensas. Toda essa riqueza em termos de vida fez com que diversos tipos de animais viessem habitar o local.

    A economia é fundamentada na agricultura, uma vez que o local tem solo rico em nutrientes, exportando para quase toda Rune Midgard seus produtos alimentícios, tidos como da melhor qualidade. Também exporta arcos feitos das melhores madeiras, leves e resistentes, além de bem precisos, tornando um ponto perfeito para todos os usuários trocarem suas experiências e até mesmo fazerem pequenas disputas entre si, como, por exemplo, quem acerta a maçã na árvore.

    Possui um chefe com poderes sobre a cidade, porém submetido às ordens da coroa real. Atualmente, o cargo de liderança é exercido pela família Irine, famosos combatentes que respeitam seus senhores: As Estrelas, o Sol e a Lua, trazendo para Payon a sua benção tão quista.

    Guildas e Organizações

    Vila dos Arqueiros

    Ao norte de Payon, além das muralhas da cidade, fica um pequeno vilarejo onde os arqueiros são treinados. Priorizam acima de tudo a destreza do usuário, que deve provar ter a capacidade de conseguir manejar um arco após um treino cansativo enfrentando monstros ágeis para melhorar a rapidez das mãos. Com os contratos feitos pelo Rei Tristan III, não era por menos que os arqueiros se candidatassem a formar a artilharia do reino, fato apreciado por todos aqueles que lutam corpo-a-corpo sabendo que possuem alguém guardando suas costas.

    Escola de Tae Kwon Do

    Devido à escassez de riquezas minerais, os habitantes do Império de Payon desenvolveram uma arte marcial que prioriza o uso de chutes, caneladas e joelhadas. A essa arte foi chamada de Tae Kwon Do. Mesmo após a dominação de Payon por Glast Heim e a chegada de armas metálicas até a cidade, a cultura dessa arte marcial não foi esquecida, sendo ensinada em um Dojo específico. Aqueles que demonstrarem grandes capacidades recebem treinos mais profundos, aperfeiçoando mente e corpo para tornarem-se Mestres de Tae Kwon Do.

    Locais de Interesse

    Castelo de Payon

    Ao norte da cidade está o castelo onde a família Irine reside atualmente. É feito da melhor madeira e das melhores pedras encontradas na Floresta de Payon, sendo mais resistente que muitas casas feitas de pedras. Para entrar no local, qualquer pessoa deve obrigatoriamente desprovir-se de qualquer coisa que denote agressividade, uma vez que violência não é algo tolerável dentro desse lugar.

    Caverna de Payon

    Situada na Vila dos Arqueiros, essa caverna era, antigamente, usada como cemitério para todos aqueles que morriam. Com o passar dos anos, notou-se que os cadáveres levantavam-se e, incapazes de descansar, voltavam a vagar como mortos sem mentes. A conclusão foi que o local era maldito e, confirmado com relatos da guarda que alega ter encontrado alguns demônios, o local foi selado com magia, impedindo que qualquer monstro saia. Entretanto, a sombra de uma possível violação desse lacre ainda atormenta os habitantes da pequena vila.

    Feudo do Bosque Celestial

    Payon, fascinada com a cultura beligerante de Rune Midgard, também aderiu à Guerra do Emperium. Construiu castelos numa área da floresta em diversos pontos. Somando isso à geografia irregular do local tem-se castelos mais fáceis e mais difíceis de defender, chamando a atenção dos mais variados grupos que adorariam encarar o desafio de controlar um castelo difícil ou sedentos por um castelo mais fácil.


    Autor: Diego Toniolo "Akahai Shora" do Prado

    Referências

    Morroc - A Cidade do Deserto

    Morroc

    História

    Epitus foi a primeira civilização a conseguir viver no deserto. Desenvolveu uma cidade construída para honrar deuses antigos antropomórficos, diferentes dos aesir. Tinham uma cultura avançada em engenharia a ponto de construir uma cidade brilhante, com monumentos que fariam o Monumentos à Amizade, na avenida central de Prontera, parecer criança brincando com barro. Mas isso ruiu em 12 dias com a vinda do gigante Morroc.

    A luta entre Thanatos e o monstro se situou no Deserto de Sograth, durou por 10 dias e 10 noites, tingiu o céu de vermelho e fez chover no deserto. Thanatos se ergueu vitorioso desse confronto, lacrando Morroc em Muspelheim novamente. Como selo, criou um castelo fazendo um ritual que cobrou um preço terrível. Essa é a versão mais bem aceita pela comunidade científica da República de Schwartzwald e pelo Reino. E também explica a lenda de que a Lua em Morroc é vermelha, pois é o gigante tentando retornar.

    A cidade que cresceu em volta do castelo foi criada por Mercadores corruptos que não pretendiam pagar as taxas para a Coroa. O nome atual da cidade vêm do fato dela ser criada em torno do Lacre de Morroc, o que explica o fato da cidade ter o nome de um monstro como esse. Cresceu com o dinheiro dos mercadores que investiam na segurança e no conforto para eles, criando atualmente uma das cidades mais conhecidas.

    Geografia

    Morroc se situa no Deserto de Sograth, que apresenta essencialmente um relevo plano, com dunas que mudam de lugar de acordo com o vento. Apresenta oásis perto da cidade, formados pela exposição do lençol freático que se localiza no subsolo. Ao sul, o Deserto de Sograth termina com acesso ao mar, continuando-se, a Oeste, com a praia Kokomo e a borda da Floresta Papuchica, A Leste com a Floresta de Payon e ao Norte com os Campos de Prontera.

    A vegetação no deserto é composta por xerófitas (juniano arcaico xeros = seco; phitos = planta; planta de ambiente seco). Cactos são o exemplo mais marcante de tais plantas. Nos oásis, crescem palmeiras e uma vegetação do tipo arbustiva.

    Morroc apresenta clima árido em todas as estações do ano, com baixos índices pluviométricos, sem neve e com ventos constantes. Por se tratar de uma zona de alta pressão, o vento corre centrifugamente, em direção a Payon, Prontera e Geffen, amenizando o clima dessas cidades.

    A economia de Morroc atualmente se baseia no refino de metais preciosos e sua revenda para as outras cidades. Tal fato tornou Morroc uma cidade atrativa para os comerciantes, tornando-se parada obrigatória de diversas caravanas comerciais. Portanto, Morroc também vive às custas de serviços e comércios. Para as paradas de guerreiros em busca de metais para suas armaduras, para albergar Mercadores, Ferreiros e Alquimistas e outros fins, há diversas tavernas em Morroc. A agricultura se faz inviável dado o clima.

    Morroc possui um chefe em separado, mas que se submete ao Reino e o cargo de chefia é, pelo que se sabe, hereditário. Sob a tutela desse chefe, há uma armada independente, responsável pela segurança da cidade.

    Guildas e Organizações

    Guilda dos Gatunos

    Situada numa das Pirâmides a noroeste da cidade, a Guilda dos Gatunos recruta especialmente órfãos da organização Dandelion e pessoas que nada têm a perder. Os novos aprendizes são ensinados nas artes de furto e da fuga, tornando os Gatunos esguios e difíceis de pegar. Apesar da aparência, a maioria deles não é má, apenas usa os métodos ensinados para sobreviver ou, em alguns casos, proteger alguém.

    Dandelion

    Organização filantrópica que auxilia os cidadãos de Morroc com sua creche, seus cuidados com a estrutura da cidade e outros feitos. Foi criada há poucos anos devido ao relativo abandono da cidade por parte do governo. Apesar da índole benevolente da organização, uma sombra caiu sobre ela, fazendo com que muitos cidadãos ficassem profundamente insatisfeitos. Seu nome é Ryan Moore, um cultista a Morroc capaz de tudo para trazer seu senhor de volta. Até mesmo de sacrificar as crianças da creche de Dandelion, fato que é mantido a sete chaves pelo governo. Se essa informação vazar, seria o fim da organização.

    Guilda dos Mercenários

    Em uma ilha quase encostada no continente, protegida por uma tempestade de areia e localizada num templo está a Guilda dos Mercenários. Guerreiros que agem nas sombras, praticamente invisíveis e com um grande potencial combativo, eles partilham de uma ideologia de neutralidade. Suas ações visam manter um equilíbrio binário de forças como Bem e Mal, Ordem e Caos, Luz e Sombra. Para eles, os deuses e as relações humanas apenas interessam se isso afetar de alguma forma o equilíbrio que tanto pregam. Possuem uma hierarquia rígida, na qual o membro deve fazer por merecer o posto de comando.

    Com o constante recrutamento do Rei Tristan III, os Mercenários viram uma oportunidade de limparem seu passado sombrio enviando diversos de seus membros para servir as ordens do Rei. Recentemente, têm pedido ajuda a todas as outras guildas por conta dos problemas com o Culto a Morroc.

    Seus membros de Elite, os Algozes, são famosos por "não existirem". Diz a população que você só vê um Algoz de duas formas: Se ele quiser ou se magia for usada. São capazes de técnicas extremamente destrutivas, como o Impacto Meteoro e o Destruidor de Almas, um ataque que mistura magia e força numa mortífera combinação.

    Culto a Morroc

    Com o recente desaparecimento de crianças, foi-se descoberta uma ameaça que há tempos era combatida pela Guilda dos Mercenários: O Culto a Morroc. Esse culto tem por objetivo trazer novamente Morroc de volta para Midgard para que ele torne o mundo digno dos mais fortes. O maior problema no combate a esse culto é o fato de que eles não possuem rosto, forma ou lugar, isto é, não se sabe quem é, se são realmente humanos e onde se reúnem.

    Numa medida extrema, os Mercenários pediram a cada guilda de Midgard a indicação de integrantes para ajudar na proteção de Ryan Moore e na investigação das crianças. As investigações apontaram Moore como um cultista e que ele usava as crianças como sacrifício para a volta de seu senhor. Após ser impedido, desapareceu. Os Mercenários ainda estão no encalço dele não apenas pela obrigação moral, mas também por vingança pela humilhação.

    O Ponto Espiritual

    Situado ironicamente num bar ao Norte de Morroc, O local é liderado por uma criança que é tida como aquela que é capaz de lidar com os espíritos de uma maneira tão complexa que é capaz de despertar essa capacidade em outras pessoas. É constantemente procurada por lutadores de Tae Kwon Do que querem focalizar em treinar seus espíritos ao invés de seus corpos se reúnem devido a uma estranha e inexplicável ligação espiritual no local.

    Locais de Interesse

    Pirâmides

    Construídas nas dinastias faraônicas, as pirâmides são túmulos de antigos faraós e seus servos, escravos e alguns familiares. São locais labirínticos com armadilhas e criaturas invocadas para a proteção de seus senhores, como Minorous, Mímicos e etc. As pessoas eram mumificadas para que retornassem um dia, obtendo a benção de seus deuses. E a crença de alguns foi tão forte que seus corpos ainda vagam pelo lugar, completamente enfaixados. Dizem que, recentemente, Osíris e Amon Rá, dois de seus antigos deuses, retornaram, porém a maioria acredita serem apenas um monstro e um louco poderosos.

    Esfinge

    Monumento erguido como túmulo do maior faraó que já existiu, segue uma estrutura de cinco andares labirínticos semelhante às pirâmides. Cada piso é guardado por seus escravos e seus guerreiros, os famosos Pasanas, sendo difícil um aventureiro novato chegar longe. A Esfinge passou a atrair aventureiros desde que, com a descoberta do caminho para Niflheim, esse Faraó retornou sem seu nome, exigindo o trono da cidade (e entrando em conflito com Amon Rá por causa disso).

    Castelo de Morroc

    Criado há mais de um milênio por ordem de Thanatos, o Castelo de Morroc se situa no coração da cidade. Segundo a mesma lenda, é ele o lacre que prende Morroc a Muspelheim e, se ele for violado, Morroc retornará a esse mundo. Possui uma estrutura em T, com dois andares em cada uma das extremidades e um "U" subterrâneo, onde se situa a Prisão e o Depósito.

    Refinaria

    Centro da economia de Morroc, este é o local que os aventureiros procuram para refinar Minérios de Oridecon, de Elunium, seus equipamentos, tornando-os mais afiados ou mais resistentes e consertar os danificados. Exportam Elunium e Oridecon para outras cidades, como Payon principalmente.

    O Formigueiro Infernal

    O maior formigueiro de toda Midgard, habitado por Andrés, Pierres, Deniros, Vitatas e pelo Rei e Rainha de nome Maya. Representa um problema devido à sua expansão recente e seu hábito de coletar tudo para alimentar sua "agricultura" fúngica. Antigamente, o formigueiro era dominado pelo Freeoni, mas a Rainha Maya se ergueu e expulsou-o do local. Recentemente têm sido relatados desaparecimentos perto desse formigueiro.

    As formigas seguem uma estrutura semelhante à do Reino, porém apenas uma das filhas da Rainha Maya herdará o cargo da mãe, sendo que as outras filhas serão mortas e devoradas e os filhos se tornarão Rei Maya, zangões reais, seguindo a mesma estrutura da sucessão da Rainha.

    Sua estrutura é feita com barro, saliva e possui uma agricultura rica em fungos, alimento principal dos seres que habitam. Vitatas produzem o alimento para as filhas e filhos da Rainha Maya até que elas/eles possam digladiar-se.


    Autor: Diego Toniolo "Akahai Shora" do Prado

    Referências

    1. Brasil Ragnarök Online disponível em: http://games.levelupgames.uol.com.br/ragnarok/home/index.php Visitado pela última vez em 14/04/2008.

    1. International Ragnarök Online disponível em: http://iro.ragnarokonline.com/ Visitado pela última vez em 15/04/2008.

    1. Jim, L. M. Ragnarök Editora Conrad, São Paulo-SP, v. 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, 13, 14, 15, 16, 17, 18, 19, 20. 2004.

    1. Jogo Ragnarök Online, download disponível em: http://games.levelupgames.uol.com.br/ragnarok/home/index.php

    1. Malaysia Ragnarök Online diponível em: http://ro.gameflier.com.my/ Visitado pela última vez em 12/04/2008.

    1. Phillipines Ragnarök Online, disponível em: http://ragnarok.levelupgames.ph/index.php Visitado pela última vez em 30/03/2008.

    1. Prado, D. T. (Feliz, P.) Lighthalzen, a cidade controlada pela corporação Rekenber, dispinível em: http://sites.levelupgames.com.br/FORUM/RAGNAROK/forums/p/71103/600506.aspx#600506 Visitado pela última vez em 01/04/2008.

    1. Prado, D. T, (Shora, A.) Morroc, a Cidade do Deserto, disponível em: http://sites.levelupgames.com.br/ragnarok/wiki/viewarticle.asp?article_id=85 Visitado pela última vez em 08/04/2008.

    1. RO Cards, disponível em:http://ragnarok.levelupgames.ph/index.php Visitado pela última vez em 15/04/2008.

    1. Rune-Nifelheim, disponível em: http://rune-nifelheim.com/emblemas.php Visitado pela última vez em 25/03/2008.

    1. Sartorato, I. V. Criação do mundo segundo a Mitologia Nórdica, disponível em: http://pt.shvoong.com/social-sciences/anthropology/sociocultural-anthropology/myth-ritual/1654496-cria%C3%A7%C3%A3o-mundo-segundo-mitologia-n%C3%B3rdica/ Visitado pela última vez em 20/03/2008.

    1. Sartorato I. V. Yggdrasill e o Ragnarök, disponível em: http://pt.shvoong.com/social-sciences/anthropology/sociocultural-anthropology/myth-ritual/1654502-yggdrasil-ragnarok/ Visitado pela última vez em 20/03/2008.

    1. Wikipedia Panteão Nórdico, disponível em http://pt.wikipedia.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Pante%C3%A3o_n%C3%B3rdico, Visitado pela última vez em 16/04/2008.

    14. *Cushart et. al. Deviantart disponível em http://www.deviantart.com, Visitado pela última vez em 21/04/2008.

    Geografia de Ragnarok

    A Geografia de Ragnarök Online


    Nota do Administrador: Este artigo foi originalmente postado no Wikipedia. Ao responsável pelo artigo aqui, favor colocar os créditos devidos, do contrário seu cadastro será removido.

    O jogo se passa em continente chamado Rune-Midgard. Este continente é dividido por vários reinos: ao sul, Rune-Midgard, o polo militar. Composto por Prontera (a capital), Izlude, Geffen, Morroc, Payon, Alberta, Al de Baran, Comodo, e Umbala. Ao norte fica localizada a República de Schwartzwald, o polo tecnológico do continente, composto por Juno (a capital), Einbroch, Einbech (cidade satélite), Lighthalzen e Hugel. A oeste fica localizado a Nação de Arunafeltz, um grande polo religioso; composto por Rachel (capital), Veins, e Nameless Island. Existem também algumas cidadelas baseadas no antigo oriente, que não pertencem a nenhuma nação, e fazem parte do "Projeto Global": Amatasu, Kunlun, Louyang, e Ayothaya.

    Rune-Midgard


    • Prontera - A Capital
    Localizada no centro de Rune-Midgard, sendo a capital do reino. Lá localiza-se o Protetorado do Reino, onde você pode se tornar Cavaleiro e a Catedral que, além de única Igreja oficial do jogo onde você pode se casar, permite a troca de profissão para Noviços e Sacerdotes. Em prontera, também fica localizado a antiga guilda dos Espadachins. Ao nordeste de Prontera, está a Abadia de Santa Capitolina, onde Noviços podem virar Monges. Na floresta labiríntica ao norte da cidade, habita o MVP(como são conhecidos popularmente os "chefes" de Ragnarök Online) Bafomé (Baphomet). A cidade também possui o Feudo das Valquírias, onde ocorre a disputa por castelos na Guerra do Emperium.
    • Izlude - A Cidade Satélite
    É a cidade satélite de Prontera, localizada na costa. Sua marinha possuí barcos que podem levar à Ilha Byalan, Alberta ou Jawaii. Embora seja uma cidade tranqüila, também é conhecida como capital da luta. É em Izlude que se localiza a Arena e a Guilda de Espadachins.
    • Geffen - A Cidade da Magia
    Fundada a partir da antiga cidade élfica de Geffenia, Geffen é a cidade da magia. Na Academia de Magos é ensinado os conhecimentos arcanos. No centro de Geffen se localiza a Torre de Geffen, onde está a Guilda dos Bruxos e o calabouço assombrado on de habitam os MVPs Drácula e Doppelganger. É o antigo lar da antiga guilda dos Ferreiros. Ao sul de geffen encontra-se a Vila e a Caverna dos Orcs e a sudoeste se encontra o feudo de Britoniah.
    • Payon - A Cidade da Floresta
    É uma cidade baseada na Coréia antiga, que se localiza no meio de uma extensa floresta e perto das montanhas. É aqui que os aprendizes se tornam Arqueiros, Taekwon e Mestres Taekwon. É localizada ao sudeste de Prontera e possui uma caverna amaldiçoada ao norte, na Vila dos Arqueiros, onde vive a MVP Flor do Luar. A oeste de Payon, está o feudo do Bosque Celestial.
    • Alberta - A Cidade Portuária
    É uma cidade portuária, localizada ao sudeste de Payon, após atravessar a densa floresta. Devido ao comércio gerado pelo porto, aqui se encontra a Guilda dos Mercadores. Também é possível alugar um barco para Izlude, Kunlun, Amatsu, Louyang, Ayothaya, a Ilha Tartaruga e a ilha do Navio Fantasma.
    • Morroc - A Cidade do Deserto
    É localizada ao sul de Prontera e no meio do Deserto de Sograt. Aprendizes podem se tornar Gatunos bem ao noroeste e Mercenarios ao sul.
    A cidade foi fundada a muito tempo,feita como selo para o monstro Morroc,um demonio tão forte quanto os outros MVPs.O Rei Tristan III declarou que Morroc será a segunda cidade do comercio,por tantas lojas e festa todo dia.
    • Al de Baran - A Cidade do Tempo
    Após atravessar a cordilheira de Mjolnir, chegará em Al de Baran a fronteira com o mundo antigo de Schwarzwald e as últimas cidades de Rune-Midgard. No centro se localiza a Torre do Relógio, um calabouço criado por alquimistas antigos. Aqui também se localiza o quartel-general das Kafras e a Guilda dos Alquimistas. A oeste da cidade se encontra o Feudo de Luina. Através do Papai Noel, é possível chegar até Lutie, a cidade do Natal.
    • Lutie - A Cidade do Natal
    Partindo de Al de Baran e atravessando uma floresta de neve que parece infinita, está Lutie, a cidade da neve. Aqui é Natal o ano todo e a população está sempre comemorando. Ao Norte encontra-se a Fábrica de Brinquedos, o calabouço da cidade. Na Fábrica habita o MVP Cavaleiro da Tempestade e na floresta, o MVP Hatii.
    • Comodo - A Cidade da Noite Eterna
    É uma cidade praiana e fica no extremo sul da costa de Rune-Midgard. Fogos-de-artifício, festas e diversão são rotinas no dia-a-dia dos moradores locais. Possui um cassino e três cavernas ao redor. A guilda das Odaliscas, o quartel das Kafras do Ocidente e ao sudeste, em Pharos, a ilha do farol, encontra-se a guilda dos Arruaceiros.
    • Glast Heim - A cidade destruída
    A oeste de Geffen é considerada a antiga capital de Rune-Midgard. Após sua destruição nem mesmo a Corporação Kafra teve coragem de instalar uma base nas proximidades. Sombria e misteriosa apenas guerreiros corajosos chegam a entrar em seus castelos com os cemitérios horripilantes, monstros poderosos e com os mais profundos calabouços.
    • Abadia de Santa Capitolina
    Uma pequena e solene coleção de condados ao nordeste de Prontera, onde é localizada a guilda dos Monges.
    • Niflheim - Reino dos Mortos
    É uma cidade fantasmagórica, também conhecida como "Reino dos Mortos", que se encontra após a Árvore Yggdrasil. É a cidade onde são realizados os divórcios.Ela é habitada por terríveis monstros que andam por suas ruas escuras e horripilantes.É o lar do terrível e poderoso MVP Senhor dos Mortos.
    • Umbala - Cidade da tribo Wootan
    É uma cidade que se encontra ao norte de Comodo. É habitada pelos membros da tribo dos Wootans e é por ela que se encontra a passagem para a sagrada Árvore Yggdrasil, que é o único caminho para se chegar até Niflheim, o reino dos mortos.
    • Jawaii - A cidade do Amor
    Bem ao leste de Izlude, além do horizonte, existe uma pequena ilha tropical chamada Jawaii. O lugar foi encontrado e transformado pela Corporação Kafra em um paraíso de férias, principalmente, para os casais apaixonados que querem curtir um pouco mais o jogo.

    República de Schwarzwald


    • Juno - A Cidade da Sabedoria
    Capital de Schwarzwald, é uma extensa cidade flutuante que se localiza ao noroeste de Al de Baran.O segredo de como a cidade inteira voa e pelo Coração de Ymir,os outros detalhes sobre ele estão guardados a Sete Chaves.Em Juno se e capaz de virar um Sábio ou uma Transclasse.
    • Einbroch - A Cidade do Aço
    Uma das principais cidades da república, conhecida por ser uma cidade altamente tecnológica e industrial. Em Einbroch foi criado o "Aeroplano", uma máquina voadora que liga várias cidades do continente. Lá localiza-se a guilda dos Gunslingers, e a nova guilda dos Ferreiros.
    • Einbech - A Vila dos Mineradores
    Cidade satélite de Einbroch, onde localiza-se a Mine Dungeon. É possível chegar lá através de um trem, que liga Einbroch e Einbech.
    • Lighthalzen - A Cidade Próspera de Schwarzwald
    Uma cidade do comércio e pesquisas com uma história supreendentemente obscura. Lighthalzen é o lar da Corporação Rekenber, com seus próprios láboratórios de somatologia. Lighthalzen também possui uma área de favelas, em contraste com uma cidade rica.
    • Hugel - A Cidade dos Jardins
    Uma pequena "cidade jardim" que é atualmente a entrada do Calabouço de Odin, assim como é a nova cidade da guilda dos Caçadores. Possui vários "minigames" que premiam os jogadores com itens.

    Nação de Arunafeltz


    • Rachel
    Rael (nome proveniente de "Israel") é a principal cidade de Arunafeltz, uma nação extremamente religiosa. A cidade está ligada a Freya, pois há muitos adoradores espalhados pela cidade. Há um Aeroplano que liga Rachel com a República de Schwarzwald, o que parece significar um símbolo de união das duas nações. Rachel também lembra uma cidade deserta baseada na cultura árabe. Próximo a ela, pode-se encontrar a cidade Veins e um calabouço ilusivo de gelo. Também é possível encontrar o Santuário, onde habitam poderosos monstros.
    • Veins
    Outra cidade do deserto de Arunafeltz. Pode ser acessada também através do Aeroplano. Próximo a Veins fica localizado o calabouço "Thor's Volcano".
    • Nameless Island
    Uma misteriosa ilha localizada na costa da península de Arunafeltz.

    Oriente Perdido


    • Amatsu - A Terra dos Tengus
    É uma cidade oriental, baseada no Japão feudal, que só pode se chegar a partir de Alberta, ao leste se localiza o magnífico Castelo Lakeside, e nas suas profundezas se encontram uma série de calabouços contendo labirintos de passagens secretas e até mesmo um campo de batalha numa floresta subterrânea. Em Amatsu também fica localizada a Guilda dos Ninjas.
    • Kunlun (Gonryun) - A Cidade do destino
    É uma cidade baseada na antiga Taiwan, como Amatsu, faz parte do Projeto Global, e para se chegar em Kunlun é necessário pegar um barco em Alberta e depois de uma caminhada subir as escadas do céu, até se chegar a cidade.
    • Louyang - A Cidade da Coragem
    Muito além da costa de Alberta, bravos aventureiros descobriram a terra de Louyang, uma cidade baseada na antiga China. Com suas altas montanhas, vastos campos e o glorioso Castelo do Dragão visível de toda a região, não demorou muito para que os aventureiros forasteiros fossem cativados pelo clima ancestral da cidade de bronze.
    • Ayothaya - A Cidade da Fé
    Baseada na antiga Tailândia, Ayothaya é parte da rota comercial entre Amatsu e Kunlun. Por isso, era apenas uma questão de tempo até que ela fosse descoberta. Lá, os exploradores encontraram uma sociedade altamente religiosa, que glorifica a união com a natureza e prega a harmonia entre o planeta e as pessoas.